Há canções de Natal que cantarolamos para trás e para a frente... esta é uma delas!
Para 'aportar-nos para trás' para um passado que sonhamos com frequência, mas sem sabermos ao certo se na nossa infância as coisas aconteciam mesmo assim, ou era a nossa pequenez que nos toldava a visão e não nos deixava ver mais além da beleza do Natal.
Hoje na nossa idade adulta resta-nos esses sonhos de como tudo era bonito e perfeito.
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Fé - entre o público e o privado
Se na catequese aprendemos que a 'fé é o dom sobrenatural dado por Deus', fica uma resposta curta quando comparada com a 'adesão a Cristo e à Sua mensagem libertadora'.
Se é bem verdade que a fé tem uma dimensão interior, ou de interioridade, não menos verdade é o Novo mandamento de Cristo: amai-vos uns aos outros COMO EU VOS AMEI. Não é amar de uma forma qualquer, é precisamente do jeito que Ele amou - um amor-entrega.
Há quem encerre a fé bem cá dentro... sem consequência nem compromisso.
Há quem se entregue muito e de forma comprometida... mas esquece-se de viver o domínio da interioridade e de relacionamento com o divino.
Aquele choro cantado pela plateia, divinal.
Se é bem verdade que a fé tem uma dimensão interior, ou de interioridade, não menos verdade é o Novo mandamento de Cristo: amai-vos uns aos outros COMO EU VOS AMEI. Não é amar de uma forma qualquer, é precisamente do jeito que Ele amou - um amor-entrega.
Há quem encerre a fé bem cá dentro... sem consequência nem compromisso.
Há quem se entregue muito e de forma comprometida... mas esquece-se de viver o domínio da interioridade e de relacionamento com o divino.
Aquele choro cantado pela plateia, divinal.
domingo, 6 de dezembro de 2009
not again
irrita-me quando para me despacharem, para se descomprometerem da nossa amizade dizem:
depois falamos, logo telefono!
É que fico mesmo triste, não quero cobrar nada. Apenas quero saber te feliz...
sábado, 21 de novembro de 2009
Oiço Joni MItchel quando..
Esta velha cantora num timbre grave e rouco, consegue fazer me olhar para dentro.
A melancolia da melodia, o encadeado do poema... tudo me provoca introspecção.
Olhando para dentro e escutando-me tento convencer-me que está tudo bem, que nem estou nervoso, sem stress...
No fundo sei que tudo está prestes a dar uma grande volta.. que nada do que pensei, sonhei ou projectei vai ser assim.. será doutra forma mais Douta. Sei que é outra Sabedoria, não a minha, que vai abrindo caminhos para percorrer... de mim só depende: caminhar e escolher a melhor opção.
A melhor opção pode ser... aquilo que Ele quiser.
Entregando com confiança, agora sem stress e ouvindo os aplausos do final da actuação da Joni, sinto-me feliz.
A melancolia da melodia, o encadeado do poema... tudo me provoca introspecção.
Olhando para dentro e escutando-me tento convencer-me que está tudo bem, que nem estou nervoso, sem stress...
No fundo sei que tudo está prestes a dar uma grande volta.. que nada do que pensei, sonhei ou projectei vai ser assim.. será doutra forma mais Douta. Sei que é outra Sabedoria, não a minha, que vai abrindo caminhos para percorrer... de mim só depende: caminhar e escolher a melhor opção.
A melhor opção pode ser... aquilo que Ele quiser.
Entregando com confiança, agora sem stress e ouvindo os aplausos do final da actuação da Joni, sinto-me feliz.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Num espaço entre o inexistente e o ausente
Com frequência as pessoas com quem me cruzo, em conversas banais, fazem equivaler os conceitos de Ausente e Inexistente.
Na realidade podem expressar o mesmo facto, mas sua essência manisfestam coisas diferentes:
- ausente é algo que existe, mas que não está visível, não está presente.
- inexistente é algo que nunca existiu, algo que não é.
Há amigos ausentes :), mas não há amigos inexistente, porque se são amigos, existem.
Há possibilidade de estar entre um e outro?
Na realidade podem expressar o mesmo facto, mas sua essência manisfestam coisas diferentes:
- ausente é algo que existe, mas que não está visível, não está presente.
- inexistente é algo que nunca existiu, algo que não é.
Há amigos ausentes :), mas não há amigos inexistente, porque se são amigos, existem.
Há possibilidade de estar entre um e outro?
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Adentro
"Será que já consegues encontrar-te contigo a sós? [Consegues ir lá mesmo ao fundo] e encontrares-te com um mistério profundo que te envolve e que tu procuras escamotear?"
Sim parece que vives a partir de fora, da exterioridade. Pensas o que pensa todo o mundo, pensas aquilo que os media tem mostram... vives e relacionas-te com o mundo, mas raramente te dispões a mergulhar no mistério...
Não tens tempo para nada, mas mesmo assim CARPE DIEM - aproveita o dia, sem pensar.
Dá cabeçadas que nem um tolo! Não leves vida muito a sério, evita tudo o que te pode complicar a vida - 'descomplica-te'.
O que acontece é que: um dia páras e percebes que não tens vivido, podes ter projecto mas não sabes o rumo; sabes que tens caminhos/metas mas não tens um Destino.
E nesse dia, não te reconhecerás, porque estarás nessa altura a olhar para dentro de ti... poderás até sentir-te satisfeito, mas nunca que terás a experiência de uma opção radical (com isto não estou a referir-me a fundamentalismos).
"Habituado a viver tudo a partir de fora, podes esquecer-te que para acreditar em Deus, é indispensável que o procures dentro de ti mesmo." Enquanto não o encontrares em ti, não o encontrarás em parte alguma. Os padres e os crentes podem massacrar-te com o seu testemunho, mas se dentro de ti, não houver uma disposição para o procurares no teu INTIMO, nunca O encontrarás.
Retirado do livro que estamos a ler no grupo de jovens no sabado à noite. Se quiseres saber o nome do livro, pergunta :)
Beijo/Abraço
João
Sim parece que vives a partir de fora, da exterioridade. Pensas o que pensa todo o mundo, pensas aquilo que os media tem mostram... vives e relacionas-te com o mundo, mas raramente te dispões a mergulhar no mistério...
Não tens tempo para nada, mas mesmo assim CARPE DIEM - aproveita o dia, sem pensar.
Dá cabeçadas que nem um tolo! Não leves vida muito a sério, evita tudo o que te pode complicar a vida - 'descomplica-te'.
O que acontece é que: um dia páras e percebes que não tens vivido, podes ter projecto mas não sabes o rumo; sabes que tens caminhos/metas mas não tens um Destino.
E nesse dia, não te reconhecerás, porque estarás nessa altura a olhar para dentro de ti... poderás até sentir-te satisfeito, mas nunca que terás a experiência de uma opção radical (com isto não estou a referir-me a fundamentalismos).
"Habituado a viver tudo a partir de fora, podes esquecer-te que para acreditar em Deus, é indispensável que o procures dentro de ti mesmo." Enquanto não o encontrares em ti, não o encontrarás em parte alguma. Os padres e os crentes podem massacrar-te com o seu testemunho, mas se dentro de ti, não houver uma disposição para o procurares no teu INTIMO, nunca O encontrarás.
Retirado do livro que estamos a ler no grupo de jovens no sabado à noite. Se quiseres saber o nome do livro, pergunta :)
Beijo/Abraço
João
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
É sempre a somar!
As pessoas boas que passam na nossa vida, aquelas que marcam, que deixam saudade, que deixam algo de bom... Guardamos! Guardamos num sítio precioso.
Quase em silêncio constroem-se códigos de linguagem, de olhares de meninos travessos, de quem se entende e de quem sabe trabalhar em equipa.
Sabemos pronunciar à boa maneira americana a palavra 'previously' e tudo o que ela espelha.
Sabemos olhar criticamente o que nos envolve.
Pessoas que à partida nada têm de próximo nem de semelhante, acabam por se entender e traduzir em amizade uma relação laboral.
Ao meu amigo NASC!
Só tenho coisas boas para guardar.
Quase em silêncio constroem-se códigos de linguagem, de olhares de meninos travessos, de quem se entende e de quem sabe trabalhar em equipa.
Sabemos pronunciar à boa maneira americana a palavra 'previously' e tudo o que ela espelha.
Sabemos olhar criticamente o que nos envolve.
Pessoas que à partida nada têm de próximo nem de semelhante, acabam por se entender e traduzir em amizade uma relação laboral.
Ao meu amigo NASC!
Só tenho coisas boas para guardar.
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