Há musicas para sonhar e esta é uma delas.
Recorda-me muitas pessoas boas que não estão perto.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Não esperava
(Madrinha, relativamente ao ultimo post, as palavras não me saem facilmente, por isso é que ficou aquele titulo).
Não esperava aquele mensagem... Ainda tens a capacidade de me surpreender ao longo destes anos todos.
Senti rudeza (não gosto desta palavra), senti aspereza, desconforto, desencanto próprio de quem anda atormentado com a vida. De quem anda com um coração dilacerado nas mãos e não sabe o que lhe há-de fazer, com um coração remendado imensas vezes, agarrado a velhas soluções para velhos problemas...
Eu estava ali, só por acaso. Na boca não trazia uma prece, mas um consolo. Mas tu encaraste como mais um pedido de ajuda, um convite para trabalhar. Talvez de forma manifesta era um pedido de auxilio, mas na sua latência trazia uma enorme ajuda, uma nova oportunidade de te encontrares, de por ti proprio consertares esse coração.
Eu estava ali... no momento do coice!
Não queria pedir, queria ajudar.
Não esperava aquele mensagem... Ainda tens a capacidade de me surpreender ao longo destes anos todos.
Senti rudeza (não gosto desta palavra), senti aspereza, desconforto, desencanto próprio de quem anda atormentado com a vida. De quem anda com um coração dilacerado nas mãos e não sabe o que lhe há-de fazer, com um coração remendado imensas vezes, agarrado a velhas soluções para velhos problemas...
Eu estava ali, só por acaso. Na boca não trazia uma prece, mas um consolo. Mas tu encaraste como mais um pedido de ajuda, um convite para trabalhar. Talvez de forma manifesta era um pedido de auxilio, mas na sua latência trazia uma enorme ajuda, uma nova oportunidade de te encontrares, de por ti proprio consertares esse coração.
Eu estava ali... no momento do coice!
Não queria pedir, queria ajudar.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
words don't come easy

É extremamente facil envolvermo-nos intimamente com outra pessoa, principalmente porque as palavras pedem sempre mais e mais profundidade. Quando se chega ao ponto de dizer: Amo-te! parece não haver retorno, uma volta a dar, dado que esta extrema e encerra o sentimento maximo.
Volto a repetir: É facil envolvermo-nos sentimentalmente com alguém! Depois resta saber se as palavras significam exactamente aquilo que pretendem caracterizar... essa etapa da depuração é a mais bonita... Fazer a análise de cada palavra, de cada sentido, olhar clara e objectivamente para tudo que se disse e sente é fundamental.
Há gente muito naïf...
fazer esta etapa de forma consciente e assertiva, só está ao alcance daqueles que já têm uma estrutura, uma base, uma caminhada.
Qualquer um cai na 'teia' do: Amo-te! Desconstrui-la e fazer um novelo é 1º passo para se conseguir salvar, muitas vezes uma amizade que se expressa com um amo-te.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Desafio
A Kis deixou-me o seguinte desafio que partilho:
-Abrir um livro, ao acaso, e escrever no blogue a frase que se pode ler na página 161, linha 5;
-Passar o desafio para outros bloguistas.
Feito o desafio...
Apanhei um livro que estou a ler: Simone de Beauvoir, "O sangue dos outros", A alegria que iluminava o seu rosto pedia novas mentiras, mas que importava se eu estava resolvido a não me desmentir nunca? Eu amava-a; íamos casar; ela encantava-se vendo que eu já não media o tempo que passava com ela.
Deixo o supracitado desafio aos seguintes amigos:
Maria Joao Sias
Luis Mendes
Alberto
Manecas
Orquidea
-Abrir um livro, ao acaso, e escrever no blogue a frase que se pode ler na página 161, linha 5;
-Passar o desafio para outros bloguistas.
Feito o desafio...
Apanhei um livro que estou a ler: Simone de Beauvoir, "O sangue dos outros", A alegria que iluminava o seu rosto pedia novas mentiras, mas que importava se eu estava resolvido a não me desmentir nunca? Eu amava-a; íamos casar; ela encantava-se vendo que eu já não media o tempo que passava com ela.
Deixo o supracitado desafio aos seguintes amigos:
Maria Joao Sias
Luis Mendes
Alberto
Manecas
Orquidea
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Heaven
Esta música faz-me cócegas nas entranhas!
Espero que o Dry recupere depressa! Estamos todos a torcer
Espero que o Dry recupere depressa! Estamos todos a torcer
Vozes de ...
Ai ai,
"vaidade da vaidades", adoro Eclesíastes!
Era um parentesis.
Hoje senti-me muito bem, sim todo o dia!
Mas qual não é o meu espanto que: eu ando uma semana inteira à espera de 5ª-feira à noite para ver a Grey's anatomy! Sim sim, sinto-me preso aquela serie.
Esta era a noite que eu aguardava há bastante tempo, então não é que me batem à porta às 21h, precisamente quando o episódio está a começar...
Mudaram logo a minha vida, numa reviravolta... eu tenho direito a ver a minha série de culto. Por favor!
Pois bem, não tive...
E, apesar de ainda não ser assistente social, vieram expor-me um caso... um caso contado na 1ª primeira pessoa.
Qual anatomia, muito melhor que os enrolanços entre médicos!
Este caso revela a história de vida de alguém que se recusou a olhar para si, para a sua estória, a confrontar-se com as suas limitações, com os seus erros.
Esta pessoa vive presa a um presente que foge. Esconde-se de um passado em branco (não há história, não há memória) e sonha com um futuro, que exige aos outros que se torne realidade.
Esta pessoa sempre foi vista na família como o poço de potencialidades, a mais esperta, a mais inteligente... Mas nunca se fez valer disso. Ou melhor, nunca soube aplicar isso para o seu bem.
Hoje é uma ruína.
Desta história de vida eu retiro, essencialmente, duas coisas:
- Por mais que te digam que és muito bom , não te envaideças, afinal podes ser uma grande bosta!
- O sabio, por se julgar sábio, não muda de decisão. O 'burro' por julgar não saber nada escolhe a sua decisão.
É preciso criar este espírito crítico e reflexivo nas pessoas, porque:
Mais vale ser burro por um momento que ser burro toda a vida.
Colhe a humildade de Jesus e isso chegará.
(vou fazer frequencia daqui a umas horas, é melhor ir descansar a cabeça)
Abraço-vos a todos, reforço, sem distinções!
"vaidade da vaidades", adoro Eclesíastes!
Era um parentesis.
Hoje senti-me muito bem, sim todo o dia!
Mas qual não é o meu espanto que: eu ando uma semana inteira à espera de 5ª-feira à noite para ver a Grey's anatomy! Sim sim, sinto-me preso aquela serie.
Esta era a noite que eu aguardava há bastante tempo, então não é que me batem à porta às 21h, precisamente quando o episódio está a começar...
Mudaram logo a minha vida, numa reviravolta... eu tenho direito a ver a minha série de culto. Por favor!
Pois bem, não tive...
E, apesar de ainda não ser assistente social, vieram expor-me um caso... um caso contado na 1ª primeira pessoa.
Qual anatomia, muito melhor que os enrolanços entre médicos!
Este caso revela a história de vida de alguém que se recusou a olhar para si, para a sua estória, a confrontar-se com as suas limitações, com os seus erros.
Esta pessoa vive presa a um presente que foge. Esconde-se de um passado em branco (não há história, não há memória) e sonha com um futuro, que exige aos outros que se torne realidade.
Esta pessoa sempre foi vista na família como o poço de potencialidades, a mais esperta, a mais inteligente... Mas nunca se fez valer disso. Ou melhor, nunca soube aplicar isso para o seu bem.
Hoje é uma ruína.
Desta história de vida eu retiro, essencialmente, duas coisas:
- Por mais que te digam que és muito bom , não te envaideças, afinal podes ser uma grande bosta!
- O sabio, por se julgar sábio, não muda de decisão. O 'burro' por julgar não saber nada escolhe a sua decisão.
É preciso criar este espírito crítico e reflexivo nas pessoas, porque:
Mais vale ser burro por um momento que ser burro toda a vida.
Colhe a humildade de Jesus e isso chegará.
(vou fazer frequencia daqui a umas horas, é melhor ir descansar a cabeça)
Abraço-vos a todos, reforço, sem distinções!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Não suporto, será?
Parafraseando Jesus, nisto conheceremos se somos seus amigos, se nos amarmos uns aos outros.
Como O podemos revelar, dar a conhecer, se não amamos?
S. Paulo deu a dica para nos suportarmos uns aos outros, não vem colocar a fasquia mais baixa, vem apenas dizer q até para amar tem que haver um processo gradativo.
Suportar vem de 'suporte'...
Como O podemos revelar, dar a conhecer, se não amamos?
S. Paulo deu a dica para nos suportarmos uns aos outros, não vem colocar a fasquia mais baixa, vem apenas dizer q até para amar tem que haver um processo gradativo.
Suportar vem de 'suporte'...
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