Lá atrás, onde nem ser ousámos pensar que existisse... havia um mundo.
Um mundo tão dividido contendo em si duas realidades tão distintas: Um caminho de ferro com muitas estações e uma estrada de terra batida. Coexistiam em paralelo!
O caminho de ferro não tinha princípio nem fim e a todo o momento passavam composições!
No caminho de terra batida, havia um multidão que caminhava desordenada paralelamente à linha do comboio, uns para outros A para O. Andavam sem saber muito bem, muitas vezes mudavam de direcção, mas enquanto caminhavam para trás e para a frente pouco progrediam numa das direcções.
Ao longo deste caminho havia muitas estações e apeadeiros que convidavam à paragem e à subida a uma das composições.
Parar, para subir ao comboio não é sinal de fraqueza nem resignação, é tão somente reconhecer uma opção, um caminho que se quer fazer... aceitar que é esta a direcção que eu quero - é libertação
O caminho de ferro é uma caminho de Deus, de eternidade, que a toda hora nos projecta. É um caminho que acompanha esta multidão que caminha por vezes errante... mas que está presente para garantir, que em qualquer momento da vida de cada um há a possibilidade de subir.
Uns com o discernimento mais apurado, desde pequenos entram neste comboio, outros mais tarde conseguem reconhecer pelo trabalho de uma vida o que realmente importa - Deus.
Sonho que sonhei
domingo, 31 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Trabalhos
1ª Carta aos Coríntios 1,17-25.
Veio ao meu encontro na Palavra! Penso em todas as vezes que à partida procuro e peço a Graça/Força para a vida, quando na realidade.. este deve ser o segundo passo!
Ou seja, quero logo à partida que seja Ele em mim a trabalhar, numa atitude de quase demissão do trabalho que eu próprio devia fazer.
Há coisas eu mim, da minha vontade e liberdade que Deus, respeitosamente não pode intervir... São essas que eu inicialmente tenho que trabalhar, instruido pela linguagem da cruz, para posterioremente procurar pedir a Graça.
O primeiro passo é crer e querer na linguagem da Cruz (na Palavra que transforma a vida de todo aquele que crê e querer este projecto). O segundo, pedir os sacramentos!
"Portanto, o que é tido como loucura de Deus, é mais sábio que os homens, e o que é tido como fraqueza de Deus, é mais forte que os homens."
1ª Carta aos Coríntios 1,25.
Veio ao meu encontro na Palavra! Penso em todas as vezes que à partida procuro e peço a Graça/Força para a vida, quando na realidade.. este deve ser o segundo passo!
Ou seja, quero logo à partida que seja Ele em mim a trabalhar, numa atitude de quase demissão do trabalho que eu próprio devia fazer.
Há coisas eu mim, da minha vontade e liberdade que Deus, respeitosamente não pode intervir... São essas que eu inicialmente tenho que trabalhar, instruido pela linguagem da cruz, para posterioremente procurar pedir a Graça.
O primeiro passo é crer e querer na linguagem da Cruz (na Palavra que transforma a vida de todo aquele que crê e querer este projecto). O segundo, pedir os sacramentos!
"Portanto, o que é tido como loucura de Deus, é mais sábio que os homens, e o que é tido como fraqueza de Deus, é mais forte que os homens."
1ª Carta aos Coríntios 1,25.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Confiar
Acho que já escrevi tantas vezes sobre este tema, que tenho receio de me contradizer.
Sim, porque a nossa posição face à confiança muda de acordo com as circunstancias da vida.
Esta noite foi-me reclamada confiança num abraço, uma demanda tão dificil quando a confiança é abalada nas bases por aquele a quem nem duvidamos que nos possa falhar.
Confia no meu abraço é sincero, percebo a tua insegurança.
Abraço
Sim, porque a nossa posição face à confiança muda de acordo com as circunstancias da vida.
Esta noite foi-me reclamada confiança num abraço, uma demanda tão dificil quando a confiança é abalada nas bases por aquele a quem nem duvidamos que nos possa falhar.
Confia no meu abraço é sincero, percebo a tua insegurança.
Abraço
Perseguição
Hoje via o episódio da minha série preferida e uma das personagens a Yang fugia da criança da qual se devia ocupar até os serviços sociais tomarem conta dela...
Ela fugia, porque na realidade ela é um caso social.
A fuga para evitar o confronto, pode saber a perseguição, mas na realidade não é nada mais nada menos do que fazermo-nos reféns da nossa prórpria perseguição.
Ela fugia, porque na realidade ela é um caso social.
A fuga para evitar o confronto, pode saber a perseguição, mas na realidade não é nada mais nada menos do que fazermo-nos reféns da nossa prórpria perseguição.
Lay in my bed
Deitado na minha cama, ocupado a pensar, entendi a facilidade de, na normalidade, escolher o pecado ou Graça.
Há quem diga que escolher a Graça é mais dificil, para mim é igualmente facil... o dificil está em reflectir durante a normalidade!
Há quem diga que escolher a Graça é mais dificil, para mim é igualmente facil... o dificil está em reflectir durante a normalidade!
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